sexta-feira, 10 de maio de 2013

Esperança de...

  

    Em uma bela tarde de uma determinada sexta o desejo incessante de renascer para um novo mundo me pega de uma maneira avassaladora, creio que ninguém por mais que entenda a si próprio enquanto pessoa nunca tenha se sentido um pouco perdido e deslocado em seu próprio tempo, em seu próprio meio, em si mesmo. Os dias que se repetem, as atitudes e consequências que ocorrem de maneira absolutamente iguais acabam enjoando qualquer ser humano na face da terra, fazendo deste uma pessoa frustrada pra vida e fechada para o novo, ou melhor, quase todas as pessoas. Existem aqueles seres que se prendem fielmente as tradições, até mesmo as tradições dos acontecimentos, é claro, que esse não sou eu.
   É meio louco, sei lá, a gente acaba se tornando a mãe Diná de si mesmo, pois muitas das ações repetitivas geram futuros repetitivos também, é como se fosse uma reprise de um passado bem conhecido, que as vezes seria bom revivé-lo novamnete outras nem tanto. Uns colocaria como solução desse "vale a pena ver de novo", um ataque imediato de loucura, aqueles em que você joga tudo pra cima e abraça o inesperado, vivendo o momento de maneira irracional e sem planejamento algum, talvez atitudes imediatas desenvolvidas na base do reflexo de um sentimento, esconda mais RAZÃO do que imaginamos.
    O fato de como disse, ser uma bela tarde de sexta, contribui e tanto para que coisas desses tipos sejam colocadas em prática é bem convidativo. Só sei de uma coisa, como quase todas as sextas essa não será diferente das normais, o happy hour será mantido, talvez, seja uma das poucas tradições que me agrada, depois da cabeça vazia, depois de ter esquecido por alguns instantes dos problemas em um bom buteco, quem sabe alguma medida para a transformação deste ciclo possa surgir. ;)

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